A
História Rubra é escrita de forma constante e ininterrupta. Nem sempre nos
tocamos quanto às peculiaridades do momento atual. Sem sombras de dúvidas, o
ano de 2020 já está marcado como um dos mais desafiantes da história humana. Quando
observamos o mundo esportivo, notam-se os casos de inúmeros atletas e demais
profissionais que se arriscam em meio às incertezas e adversidades desse
contexto. Já quando analisamos o que se passou no Club Sportivo Sergipe neste
ano atípico, recordamos com orgulho a força que o Mais Querido apresentou para
remar em águas revoltas e ultrapassar gigantes desafios. Não poderíamos, assim,
deixar de registrar mais um capítulo da epopeia rubra. Não falaremos agora de
títulos, mas de uma etapa de um processo de reinvenção do nosso clube diante de
inúmeros obstáculos. Há muito que melhorar, mas neste capítulo inicial provamos
que o Sergipe nunca estará abatido.
Por Davi Tenório
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Foto: Wendell Rezende/O Mandacaru
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Sendo
assim, nós do Almanaque do Gipão aproveitamos para conversar um pouco com o
capitão dessa equipe que enfrentou um dos maiores desafios da História Rubra, o
goleiro Marcão. Após uma marcante passagem no ano de 2012, quando operou
verdadeiros milagres na arrancada que nos livrou de uma tragédia no estadual, o
nosso paredão voltou a vestir a camisa rubra para ser um dos líderes em um
momento de reconstrução do Mais Querido. Diante das maiores adversidades, o
nosso capitão jamais abriu mão do nosso clube. Além de grandes atuações que o
consagraram como Craque do Campeonato, Marcão demonstrou espírito de liderança
e de união no grupo. Conheça agora um pouco dessa história.